Pergunta de pesquisa séria.
- “Em quem você votaria pra prefeito hoje?”
- “Você confia mais em vereador ou em deputado estadual?”
- “O que mais te preocupa nessa eleição: economia, segurança, saúde, educação ou meio ambiente?”
- “Qual marca de café você compra mais?”
- “Em escala 0–10, quanto a embalagem nova te chamou atenção?”
- “O preço atual do iogurte X é justo, alto ou baixo?”
- “Quanto tempo você passa por dia em rede social?”
- “Onde você assistiu o último jogo: TV aberta, streaming ou rádio?”
- “Notícia chegou primeiro pra você por: WhatsApp, Instagram, TikTok ou jornal?”
Pergunta de plataforma fajuta.
- "Avalie esse gatinho fofo de 1 a 5"
- "Assista esse vídeo de 30 minutos pra ganhar R$ 0,01"
- "Baixe esse jogo, jogue 7 dias, ganhe sorteio"
- "Cadastre seu CPF em parceiro X pra liberar sua moeda"
Se a "pesquisa" exige download, indicação ou cadastro em outro app, não é pesquisa de opinião. É anúncio de afiliado disfarçado de painel — e quase sempre o pagamento prometido nunca cai.
Por trás de cada pesquisa.
Cada pesquisa publicada na SUPER. tem um cliente real por trás: marca que vai lançar produto, instituto que vai publicar relatório, agência que precisa testar mensagem, órgão público que vai tomar decisão. Eles pagam à SUPER. pelo painel — a SUPER. paga você pela resposta.
O cliente não vê seu nome. Não vê CPF. Não vê e-mail. Vê a sua opinião agregada com a de outras 200 pessoas do seu perfil. Anonimização é parte do contrato.